Cultura Potiguar

Artistas Potiguares

capoeirajanduis

Capoeira

Grupo de Capoeira do Rio Grande do Norte

Forum Potiguar de Cultura

Reunião dos representantes de diversos segmentos da cultura do Rio Grande do Norte

ITEC Curso de Cinema

Professor Tourinho do ITEC Instituto de Técnicas Cinematográficas durante aula prática de cinema no interior do Rio Grande do Norte

Camara Cascudo

Luís da Câmara Cascudo (Natal/RN (30/12/1898 - Natal/RN (30/07/1986) foi um historiador, folclorista, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro. Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira.

giradanca

Gira Dança

Gira Dança é uma companhia de dança contemporânea formada por pessoas com e sem deficiência que tem como proposta artística ampliar o universo da dança através de uma linguagem própria, voltada para o conceito do corpo como ferramenta.

clowns

Clowns de Shakespeare

A cantora e professora de vocalidade italiana Francesca Della Monica, que junto Ernani Maletta, ministram a oficina A Dimensão Espacial da Voz Falada e Cantada no Barracão do Clowns:R.Amintas Barros, 4673 |Natal | RN | 59075-250 | (84) 3221.1816

tecido

Tecido Cultural

O projeto do Ponto de Cultura Tecido Cultural é veiculado através do portal www.dhnet.org.br. Entre outros temas estão o Curso de Agentes Culturais da Cidadania; as Oficinas de Sensibilização Cultural; o Guia da Cidadania Cultural On-line.

fatimafabioforum

Plano Nacional de Cultura

A deputada federal (PT) Fátima Bezerra e Fábio Henrique Lima indicado para a representação Nordeste do Ministério da Cultura explicam conceitos e fundamentações do Plano Nacional de Cultura para a plateia do Fórum Potiguar de Cultura.

terça-feira, 24 de maio de 2016

FPC NO #OCUPA MINC


sexta-feira, 22 de abril de 2016

DOCUMENTO FINAL III FPC


Natal, RN
22 Abril 2016



O Fórum Potiguar de Cultura (FPC) reunido no Auditório do IFRN Cidade Alta, em 19 de Abril de 2016, reafirmou durante o III Fórum Potiguar de Cultura o seu papel fundamental de unificar as linguagens artísticas para continuar as articulações necessárias à efetivação de uma política pública de cultura para o estado potiguar.

Assim, como resultado do seu encontro anual, o fórum manifesta sua defesa no aprofundamento da relação entre a sociedade civil organizada e as instituições públicas gestoras de cultura, possibilitando uma interação mais dinâmica e construtiva entre as partes envolvidas.

Para dar seguimento à pauta do fórum, elencamos as principais bandeiras em defesa de uma maior adequação da política pública feita atualmente no RN aos moldes do SNC – Sistema Nacional de Cultura, o que implica nos seguintes pontos:

- Criação da Secretaria Estadual de Cultura/RN
- Aprovação do Plano Estadual de Cultura/RN
- Implantação do Conselho Estadual de Políticas Culturais/RN
- Unificação do Sistema de Financiamento Público de Cultura Estadual/RN,
com a revisão e fusão das leis Câmara Cascudo e Fundo Estadual de Cultura.

Com relação à gestão cultural estadual, o Fórum Potiguar de Cultura expôs durante o evento a fragilidade das nomeações para o cargo de diretor-geral da Fundação José Augusto, feitas a partir de partidos políticos, e defende a interlocução direta do setor cultural e de seus agentes na indicação de um nome com perfil técnico e competência comprovada, comprometido com a estruturação continuada de uma política planejada, eficiente e ininterrupta.




FÓRUM POTIGUAR DE CULTURA

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A Gestão da Cultura no RN

Como soubemos, o PT (ou parte dele que ainda não o tinha feito) desfiliou-se há pouco oficialmente dos quadros administrativos do atual governo no RN. O fato é mais um dos desdobramentos da atual crise política no país.

Assim, todos os cargos que pertenciam ao partido foram depositados no protocolo ao final da tarde de ontem. Uma nota sumária do executivo agradeceu a dedicação dos servidores.

Sem entrar no mérito (expressão muito em voga por esses dias), o que passa a me interessar nesse momento diz respeito à situação relativa à nossa área cultural, e mais especialmente à gestão pública dela.

Nos últimos anos o que temos assistido, exatamente quanto a este teor, tem sido de uma descontinuidade desconcertante para uma área tão carente, não só de recursos, mas e também de uma boa gestão, articulada em acordo com a realidade vivenciada pelos interessados (no caso, especialmente os artistas e demais profissionais alinhados à cadeia). E só.

Infelizmente, a prática até agora adotada para a nomeação dos gestores culturais tem sido baseada em indicações eminentemente partidárias, e isso tem fragilizado ainda mais a já combalida instituição que carrega a missão de comandar a política cultural do estado.

Em 2014, sob o compromisso assumido em campanha pelo governador eleito de que nomearia uma indicação do próprio setor, o Fórum Potiguar de Cultura experimentou. Levou à comissão de transição uma lista tripla da qual foi extraído o nome de Rodrigo Bico, que se afastou com a decisão da senadora Fátima Bezerra em se divorciar do governo. Ligado ao grupo da senadora, o gestor foi exonerado.

Ficou o apoio do deputado Fernando Mineiro, que indicou a volta de Crispiniano Neto ao comando da Fundação José Augusto, justamente um dos detentores dos cargos que foram entregues ontem. Mais uma vez, fica então a gestão cultural potiguar provisoriamente à mercê dos ventos.

Eu falava exatamente disso por esses dias, justamente quando a sociedade civil está organizando para terça que vem, 19 de abril, a 3ª edição do Fórum Potiguar de Cultura, quando irá debater entre suas pautas inclusive o tema da representatividade política e social e suas implicações nesse xadrez movediço que é a política partidária.

E me perguntava, e aos outros membros da comissão que está organizando o encontro, como não tem sido possível a um segmento tão expressivo (no sentido literal) ser capaz de transpor essa incapacidade de reunirmos em torno dos muitíssimos que somos a unidade em favor de uma indicação que vá além dos partidos, ...   uma pessoa justamente preparada, com respeitabilidade perante os setores artísticos, movida pelo sentimento consequente de fazer uma boa gestão cultural à frente da instituição que assumir, em sintonia com os princípios e diretrizes que norteiam o sistema nacional de cultura, com o respaldo da classe e absoluta autonomia institucional.

Será que é utópico demais pensar assim?

Mas também não são o artista e a arte utópicos por natureza?


ESSO ALENCAR
Comissão Organizadora III FPC

domingo, 10 de abril de 2016

III FPC - Inscrições Abertas



Acesse o hot-site do III FPC para fazer a sua inscrição prévia.
O evento será no dia 19 de abril, no centro da capital potiguar.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

III FÓRUM POTIGUAR DE CULTURA SERÁ 19 DE ABRIL

           


          
            O Fórum Potiguar de Cultura (FPC) organiza para o dia 19 de abril o seu 3º encontro estadual. O evento terá lugar no auditório do IFRN Cidade Alta, entre as 8h e 18h da referida data. Para integrar a programação foram convidados nomes do Ministério da Cultura, Fundação José Augusto e Universidade Federal RN, que durante todo o dia discutirão com propriedade o atual estágio do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e quanto dele já está sendo implementado no Rio Grande, que fez sua adesão ao sistema em 2012.

            O FPC nasceu há 5 anos com a finalidade de empoderar a sociedade civil frente às políticas públicas para a cultura do estado e vem fazendo sua atuação à medida em que as diferentes linguagens artísticas se organizam em coletivos e associações, promovem fóruns segmentados e aumentam a compreensão de seus integrantes sobre a importância vital de uma participatividade qualificada nos debates e nos rumos estratégicos que digam respeito à produção artística potiguar.

            Para esta edição foram priorizadas duas temáticas fundamentais que fazem parte da composição do SNC: o caráter da representatividade, que é expressa no sistema na forma de conselhos de políticas culturais, e a esturuturação do sistema público de financiamento cultural, que conjuga os mecanismos de subsídio à produção, seja através de leis de incentivo (renúncia fiscal) ou mesmo via fundos públicos, com dotações orçamentárias dos governos destinadas para este fim. Ambos mecanismos já existem, porém precisam passar por uma reavaliação, que será o objetivo principal deste encontro do fórum. Ao fim, propõe-se que, analisadas e discutidas estas pautas, haja o encaminhamento para uma revalidação destes conteúdos pela própria plenária, que poderá a seu tempo dar encaminhamento ao que for decidido, seja através do legislativo ou de outras ferramentas pertinentes.

            Dando continuidade ao seu papel, que vem desde 2011, o FPC investe agora na mobilização para trazer à capital do estado os representantes de outras regiões potiguares, que devem se reunir na perspectiva de uma maior integração, visando caminhar conjuntamente na edificação de uma política pública que atenda aos principais interesses dos envolvidos. Estão sendo convidados todos os dirigentes de casas de cultura espalhadas pelo estado, representantes de orgãos culturais nas administrações municipais de todas as regiões, além de artistas e produtores engajados nessa construção. Outros setores produtivos também serão convidados para que o alcance do encontro do fórum e seus resultados possam ser compartilhados com setores sociais distintos, mas importantes para o contexto da cultura estadual.

           As inscrições prévias para quem deseja participar do encontro podem ser feitas AQUI.

segunda-feira, 14 de março de 2016

COMISSÃO REUNIDA ORGANIZA III ENCONTRO FPC


Reunida na sede do RN Criativo, a comissão organizadora do III Encontro do Fórum Potiguar de Cultura definiu um cronograma de ações que levam à realização do evento no dia 19 de abril. Foi agendada uma reunião com o Departamento de Promoções Culturais da FJA, a se dar na próxima sexta (18/03), às 10h, com a presença da coordenação, na pessoa de Tatiane Fernandes, e que terá como fim o apoio institucional da fundação ao encontro do fórum.

A programação que comporá a atividade terá como eixo o SNC – Sistema Nacional de Cultura, e destacará 2 dos seus aspectos fundamentais: financiamento público de cultura e conselho estadual de cultura, que junto ao plano formam o chamado cpf da cultura. Pela manhã, após o credenciamento (8h) e abertura protocolar (8h30), terão sequência uma exposição sobre o caráter da representatividade – conceito e práxis (9h), seguida de uma palestra (10h) sobre o Sistema Nacional de Cultura e suas implicações na política pública cultural do estado potiguar. Após o intervalo (12h), haverá uma etapa do encontro onde serão debatidas e adotadas minutas de lei referentes aos temas tratados, que devem dar suporte aos encaminhamentos do fórum para consolidar uma política pública de cultura para o estado através da participação e atuação do legislativo. E ao final da programação será composta uma nova comissão executiva para dar continuidade às demandas do FPC.

Para conduzir essa etapa preparatória foram traçadas algumas estratégias a serem executadas pelos integrantes da comissão organizadora, que subdividiu-se em frentes de trabalho, assim denominadas: 1) Logísitica – Renata Marques; 2) Mobilização – Esso Alencar, Ruy Rocha, Rodolfo Holanda; 3) Comunicação – Nathalia Santana, Andiara Freitas. Outros possíveis colaboradores poderão se incorporar aos grupos para contribuírem com a finalidade dos mesmos.




sexta-feira, 11 de março de 2016

Convocativa

Convoca a Ativa!

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

FPC 2016



Ontem o FPC (Fórum Potiguar de Cultura) 
reuniu artistas de diversas linguagens para tratar 
de alguns temas referentes ao orçamento da cultura em Natal. 

 A ocasião foi oportuna para que uma boa turma se encontrasse e pudesse entender, discutir, avaliar e encaminhar propostas relativas ao setor. Em minha participação sugeri que fosse retomada uma agenda para o fórum, mais ativa e também cada vez mais alinhada com o momento, que é de organização da sociedade civil (para desorganizar). 

Propus que seja dada continuidade às reuniões periódicas, o que a princípio passaria a acontecer ordinariamente nas primeiras segundas dos meses. Eventualmente existirão razões e motivação para exceções, como a de segunda próxima (18/01). 

Outras pautas obviamente irão surgindo, com o desenrolar dos acontecimentos, que para o ano, promete: é possível projetarmos um debate com os candidatos ao cargo de prefeito, continuar nessa interação com o legislativo, debatermos e encaminhar a aprovação dos planos municipal e estadual de cultura (para não ficarmos pra trás), além de outras tantas que poderão dar gás ao movimento. 

Só não podemos esquecer que para toda ação precisamos de uma mão (humana, para ser mais preciso). Por isso, e para dar continuidade ao trabalho que o fórum vem fazendo na uniformização das demandas para o setor cultural potiguar, há a necessidade urgente da re-composição de sua comissão executiva, da qual sou remanescente, onde cedo lugar. 

O Fórum Potiguar de Cultura realizou em fevereiro de 2011 e 2012 os encontros que gerou a Cartilha de Diretrizes para a Cultura Potiguar, organizou debates sobre políticas públicas para a cultura com os candidatos aos governos municipal e estadual, além de outras ações pontuais. Sua missão é se afirmar como um interlocutor dos segmentos e demais áreas artísticas para unir os pontos comuns e alinhar uma estratégia de empoderamento da sociedade civil.


Esso Alencar
www.sitiodoesso.com

domingo, 25 de outubro de 2015

COSMOPOLÍTICA


Vivemos uma semana (passada) com um fato chamativo: a exoneração do Bico. Rodrigo foi cantado como o secretário de cultura, o mais jovem, na verdade, a ocupar o cargo de direção da Fundação Jose Augusto, e também entre todos os outros em funções equivalentes nos demais estados.

Sua nomeação, após um grave suspense nos bastidores do partido que o indicou, atendia por suposto a uma indicação do Fórum Potiguar de Cultura, que ofereceu ao governador eleito uma lista tríplice, atendendo a uma promessa de campanha do político, que se comprometia a empossar um nome sugerido pelo setor cultural.

No comando, Rodrigo Bico montou sua equipe e se dispôs a construir através de muitos diálogos uma agenda para a área. Foi em frente e está a um passo de lançar um conjunto de chamadas públicas contemplando várias linguagens, num edital que provavelmente levará em conta as propostas recolhidas e a capacidade orçamentária da entidade, que é bem baixinha.

Embora o fato do nome de Bico estar entre aqueles que foram indicados pela sociedade civil, em um protocolo oficial entregue à época por uma comissão formada para este fim ao então coordenador da equipe de transição do novo governo, embora assim, nunca houve por parte do dirigente a apropriação desse fato simbólico. Nem muito menos os próprios artistas seguiram seu rito de empoderamento, haja visto que de modo concreto nada aconteceu. Nem sequer sabemos como está o processo para a criação da secretaria, outro compromisso de campanha de Robinson Faria.

Ou seja: tudo parece ter ficado atrás do pano da cortina partidária. Tanto que agora, ao se afastar da parceria, a senadora Fátima Bezerra leva também junto os seus peões. E mexe nesse tabuleiro de peças frágeis que é a construção de políticas públicas, feitas a partir da inclusão, da participatividade cidadã, e não meramente de um jogo carteado do poder. Então, é nisso que dá. Se Rodrigo Bico fosse realmente uma indicação da sociedade civil e por ela tivesse ele a garantia do seu posto, independente de facções, correntes ou dissidências, outro seria o desfecho de sua gestão.

Nosso papel, como seres sociais, é o de desconstruir essa lógica batida. É crer que como grupos organizados devemos e podemos protagonizar atos reformadores de uma política sem espelhos voltados para o passado. É ir adiante, tomando a dianteira, e deixar esse negócio de ficar correndo atrás.

Para mim, integrando o FPC (Fórum Potiguar de Cultra), quando da realização do debate entre os candidatos, quando do compromisso em dar assento a um nome indicado pelo setor, quando nos mobilizamos para fazer a Plenária da Indicação, enfim em todos estes atos, estamos assumindo nossa parcela de responsabilidade sobre conduções políticas que demandam a justa participação dos interessados.

E agora? O que faremos? Com a queda inesperada do atual gestor, como ficamos? Mesmo que a indicação pertença de fato ao PT, sendo Fernando Mineiro o certo fiador desse espólio, nossa atitude deveria ser o de oferecer um nome, construído (que seja!) pelas lideranças culturais em seus muitos segmentos. O Fórum Potiguar de Cultura está atualmente sem uma comissão executiva, me restando a única função de mobilizar as gentes.

Para fazer isso, resolvi escrever isso. 
É muito mais digno uma luta justa.


Esso Alencar

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

NOVA GESTÃO CULTURAL PARA O RN

 

A partir de 1º de janeiro de 2015 o comando da Fundação José Augusto será repassado ao ator e ativista cultural Rodrigo Bico, que integrará a equipe do novo governo eleito do Rio Grande do Norte.

O nome de Rodrigo Bico constava da lista tríplice entregue à comissão de transição por este fórum, tendo sido uma das sugestões do setor para encampar a nova gestão cultural potiguar.

Feliz Ano Novo a todos os agentes culturais do RN.

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